No meio dessas denominações ainda há uma terceira a se considerar: A região antiga. Essa região se caracteriza por onde as primeiras “Vitis-Viniferas” foram originadas. Nessa região compreendendo países como Turquia, Egito, Líbano, Iraque e Grécia (entre outros), embora não sejam muito conhecidos pelos seus vinhos, no conceito atual, não podemos negar que suas técnicas tiveram também bastante influência na maneira moderna de produzir vinhos.
Além dessas diferenças citadas, vinhos do novo mundo tendem a ser mais varietais, explorando os aromas e o corpo. No velho mundo os vinhos tendem a explorar mais as características do “terroir” e da mineralidade, mas isso não é uma regra.
Mas e a qualidade? A resposta é simples: qualquer uma das regiões podem fazer vinhos de ótima qualidade (e também vinhos ruins). Existem as mais famosas, mas é uma simples questão de preferência.
Então, sabendo dessas diferenças, vamos pegar nosso vinho, seja ele do velho mundo ou do novo mundo, vamos saborear e brindar as suas características.
Cheers!🍷